La Lhéngua de la Tierra
Instalado na antiga Domus Municipalis, no centro histórico de Miranda do Douro, o Museu da Terra de Miranda reabriu a 10 de outubro de 2026, depois de mais de quatro anos de obras de requalificação e ampliação. Fundado em 1982 por António Maria Mourinho, o museu guarda as coleções etnográficas, arqueológicas e linguísticas de Miranda do Douro, Vimioso e Mogadouro.
A EDIGMA foi responsável pelo desenho expositivo da nova exposição permanente e pela execução das soluções tecnológicas e dos grafismos, em todo o edifício. A remodelação foi total e obrigou a redesenhar o projeto de execução, para dar ao museu uma museografia contemporânea sem perder a ligação ao território.
A língua mirandesa é o fio condutor do percurso. O mirandês está lado a lado com o português e o inglês nos conteúdos e na sinalética, e acompanha o visitante pela língua e identidade, pela música e pelas danças, pelos ofícios, pelo traje, pelo ciclo do pão e pelo calendário de festas.
A tecnologia está ao serviço dessa memória. A mesa interativa OQTOPUS, no núcleo da língua e da identidade, um quiosque tátil dedicado ao património etnomusical, ecrãs, postos de audição e salas de projeção imersivas dão voz aos testemunhos e saberes da região. Todas as soluções foram desenvolvidas à medida do museu.
O resultado é um museu em que as pessoas, as vozes e as práticas da Terra de Miranda são protagonistas, e em que o património imaterial passa a poder ser visto, ouvido e partilhado pelas novas gerações.
Sector
Turismo & Cultura
Localização
Miranda do Douro
Cliente
Museus e Monumentos de Portugal
Ano
2026
Sector
Turismo & Cultura
Localização
Miranda do Douro
Cliente
Museus e Monumentos de Portugal
Ano
2026
Instalado na antiga Domus Municipalis, no centro histórico de Miranda do Douro, o Museu da Terra de Miranda reabriu a 10 de outubro de 2026, depois de mais de quatro anos de obras de requalificação e ampliação. Fundado em 1982 por António Maria Mourinho, o museu guarda as coleções etnográficas, arqueológicas e linguísticas de Miranda do Douro, Vimioso e Mogadouro.
A EDIGMA foi responsável pelo desenho expositivo da nova exposição permanente e pela execução das soluções tecnológicas e dos grafismos, em todo o edifício. A remodelação foi total e obrigou a redesenhar o projeto de execução, para dar ao museu uma museografia contemporânea sem perder a ligação ao território.
A língua mirandesa é o fio condutor do percurso. O mirandês está lado a lado com o português e o inglês nos conteúdos e na sinalética, e acompanha o visitante pela língua e identidade, pela música e pelas danças, pelos ofícios, pelo traje, pelo ciclo do pão e pelo calendário de festas.
A tecnologia está ao serviço dessa memória. A mesa interativa OQTOPUS, no núcleo da língua e da identidade, um quiosque tátil dedicado ao património etnomusical, ecrãs, postos de audição e salas de projeção imersivas dão voz aos testemunhos e saberes da região. Todas as soluções foram desenvolvidas à medida do museu.
O resultado é um museu em que as pessoas, as vozes e as práticas da Terra de Miranda são protagonistas, e em que o património imaterial passa a poder ser visto, ouvido e partilhado pelas novas gerações.















